Ao longo da minha trajetória, acumulei experiências que despertaram cedo minha curiosidade pelo comportamento humano, pelas emoções e pela existência. Vivi lutos precoces — vivências que me aproximaram, ainda jovem, das perguntas mais profundas sobre sofrimento, escolha e sentido.
Acredito que, mesmo diante das circunstâncias mais exigentes, preserva-se sempre um espaço de escolha e um “sim” possível à vida. É essa convicção que fundamenta meu trabalho clínico.
Busco viver esse equilíbrio também no corpo: sou faixa preta de Kung Fu e encontro nas práticas esportivas uma forma de manter mente, disciplina e presença integradas.